ÉDIPO, HAMLET E EU

ANDRÉ HENRIQUE M. V. DE OLIVEIRA

Se a tese de Freud está correta, a crença em homens “superiores”, isto é, em semideuses e heróis míticos, se assenta no inconsciente e remonta à desejos infantis; logo, remonta também a conflitos surgidos na relação com os pais, sobretudo especificamente com a figura paterna. Esta seria a razão de os mitos serem atemporais e de estarem presentes em todas as épocas e culturas.

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